PERGUNTAS FREQÜENTES EM RELAÇÃO AOS EXAMES LABORATORIAIS
- Qual o tempo necessário de Jejum para a realização de exames laboratoriais?
- O Horário da Coleta interfere no material a ser remetido ao laboratório?
- A utilização de Medicamentos interfere nos resultados dos exames laboratoriais?
- O Estresse durante a coleta pode ocasionar alterações nos resultados laboratoriais?
- Quais alterações nos resultados laboratoriais o Cio pode acarretar?
- Qual a importância do Método de coleta para a realização da Urinálise?
- Qual a maneira correta de encaminhar o material ao laboratório?
- Como realizar uma Boa coleta de sangue?
- Quais as Alterações causadas pela Lipemia nos resultados dos exames laboratoriais?
- Quais as Alterações nos resultados laboratoriais causados pela Hemólise?
- Qual a melhor maneira para a coleta de Raspado de Pele?
- Quais exames solicitar em diferentes quadros clínicos?
1. Qual o tempo necessário de Jejum para a realização de exames laboratoriais?
Quase a totalidade dos exames laboratoriais necessita de restrição alimentar. A ingestão de alimentos produz aumento de glicose, fosfato, fosfatase alcalina e lipídeos como colesterol e triglicérides. Poucos exames não demandam restrição alimentar, por exemplo, urinálise, exame de fezes, raspado de pele, PCR e imunohistoquímica. Em situações normais, o tempo de jejum varia de acordo com o exame solicitado. Exames como Hemograma, Bioquímico e Testes Imunológicos requerem um jejum de, no mínimo, 4 horas, para que não ocorra lipemia pós-prandial, a qual pode determinar alterações nos resultados laboratoriais. Casos de Diabetes mellitus e outras patologias relacionadas à glândula tireóide necessitam de um jejum superior a 8 horas. Nas dosagens de lipídeos e curvas glicêmicas, recomenda-se um período de 12 a 14 horas de jejum. Para a dosagem de cortisol, respeita-se o ritmo nictemeral, isto é, realização de coletas às 8h e 17h. Para alguns exames caracterizados como urgentes o jejum não é necessário; entretanto, podem ocorrer situações em que a amostra venha a ser inviabilizada. O quadro abaixo relaciona alguns exames de rotina e o respectivo tempo de jejum recomendado:
| EXAME | Horas de Jejum |
| Colesterol | 12 |
| Triglicérides | 12 |
| Glicose | 8 |
| Dosagens hormonais | 8 |
| Hemograma | 4 |
| Bioquímicos | 4 |
| Sorologias | 4 |
2. O Horário da Coleta interfere no material a ser remetido ao laboratório?
Não totalmente. Alguns exames podem ser colhidos no período da tarde, desde que obedeçam ao período estabelecido de jejum, entretanto, algumas dosagens como Cortisol, Ferro, Cálcio e ACTH devem ser realizados no período da manhã.
Todo material empregado na obtenção de amostras biológicas destinadas a exames laboratoriais deve ser cuidadosamente preparado e selecionado para que, aliado a uma boa prática de coleta e armazenagem, haja a menor interferência possível nas propriedades originais da amostra coletada.
3. A utilização de Medicamentos interfere nos resultados dos exames laboratoriais?
Sim. Determinados fármacos (ver tabela abaixo) podem afetar parâmetros bioquímicos e hematológicos por indução enzimática ou interferência direta nas metodologias.
Portanto, é fundamental que o clínico informe a medicação que está sendo administrada ao animal. O ideal é a suspensão, quando possível, da medicação alguns dias antes da coleta do sangue; entretanto, esta é uma decisão a ser tomada única e exclusivamente pelo Médico Veterinário.
Para a realização de raspados cutâneos, cultura e antibiograma de pele os animais deverão estar SEM o uso de medicamentos tópicos e/ou antimicrobianos orais por, pelo menos, dez dias.
A tabela abaixo apresenta alguns fármacos e as alterações que acarretam nos resultados laboratoriais.
| FÁRMACO | Alterações laboratoriais |
| Aminoglicosídeos | Azotemia, hipocalcemia, hiperfosfatemia, trombocitopenia; Proteinúria, glicosúria, leucocitúria. |
|---|---|
| Anfotericina B | Anemia hipoproliferativa; Uremia, hipocalemia; Proteinúria. |
| Cefalosporina | Aumento no nível sérico de creatinina; Leucocitúria. |
| Drogas antineoplásicas | Anemia hipoproliferativa; Neutropenia, trombocitopenia (vincristina produz trombocitose). |
| Fenilbutazona | Anemia hipoproliferativa; Neutropenia, trombocitopenia autoimune, azotemia; Aumento no tempo de coagulação. |
| Furosemida | Trombocitopenia; Urina ácida; Aumento do nível de CO2 total. |
| Glucagon | Hiperglicemia, hiperinsulinemia. |
| Glicocorticóides | Leucocitose, neutrofilia, monocitose, eosinopenia, linfopenia, trombocitose; Corpúsculo de Howell-Jolly em cães; Uremia, hiperglicemia; Aumento na ALT, AST e FA em cães; Queda do cálcio, fósforo, tiroxina e cortisol endógeno; Hiperinsulinemia; Urina ácida. |
| Levamisol | Trombocitopenia. |
| Glicocorticóides | Anemia hemolítica; Metaemoglobinemia, trombocitopenia; Hemoglobinúria; Aumento da ALT, AST, FA e Bilirrubinas. |
| Penicilinas | Trombocitopenia; Queda da tiroxina. |
| Polimixina | Azotemia. |
| Salicilatos | Anemia hipoproliferativa, trombocitopenia, aumento no tempo de coagulação, azotemia, queda no nível de tiroxina. |
| Sulfonamidas | Anemia macrocítica normocrômica ou hipoproliferativa ou hemolítica; Aumento no tempo de coagulação; Uremia, hipoglicemia; Aumento da ALT. |
| Tetraciclina | Trombocitopenia, queda da uremia. |
4. O Estresse durante a coleta pode ocasionar alterações nos resultados laboratoriais?
Sim, quando intenso ou prolongado. O simples afastamento de seu ambiente rotineiro, o contato com pessoas estranhas, a condução ao consultório, clínica veterinária ou laboratório, dentre outros fatores que fujam à rotina do animal, são suficientes para causar desconforto e estresse no mesmo. Esta estricção é maior em animais pouco sociáveis, em estado permanente de contenção domiciliar ou de temperamento sanguíneo (nervosos), sendo desejável uma prévia ambientação de preparo nesse animal, ou um contato mais próximo e por maior tempo com seu dono nos dias que precedem a coleta, buscando minimizar o estresse.
O estresse intenso, algumas vezes decorrente do manejo do animal para a coleta da amostra, pode ocasionar hiperglicemia e alterações no leucograma, sendo estas:
- leucocitose com neutrofilia e linfopenia em cães;
- linfocitose em gatos.
Tanto em cães, quanto em gatos, ocorre aumento do teor das enzimas musculares e diminuição do ferro sérico. Sofrem interferências, ainda, o cortisol, a prolactina e o hormônio do crescimento.
5. Quais alterações nos resultados laboratoriais o Cio pode acarretar?
O exame de urina deve ser feito fora do período do sangramento do cio.
Contudo, para a determinação alguns hormônios e sorologia para leishmaniose, o Médico Veterinário deve lembrar que seus relativos parâmetros podem variar durante as fases do ciclo estral das fêmeas.
Não há relatos sobre alterações hematológicas relacionadas ao período do cio em cadelas e gatas.
6. Qual a importância do Método de coleta para a realização da Urinálise?
A micção espontânea é o método mais utilizado, mas deve-se atentar para a realização de uma assepsia adequada do aparelho genital externo, bem como da necessidade em se desprezar o primeiro jato de urina.
Outra forma de coleta é por sonda ou punção, que consistem em uma menor contaminação da amostra.
A amostra deve ser acondicionada em um frasco apropriado e limpo, sendo melhor optar-se por aquele fornecido pelo próprio laboratório onde será realizado o exame.
A urina deve ser enviada imediatamente ao laboratório, em embalagem térmica contendo gelo. Caso o Médico Veterinário requeira a dosagem de bilirrubina, o material, também, deve vir protegido da luz.
Em se tratando de cultura microbiológica de urina, esta deve ser colhida em frasco estéril. O ideal é que, neste caso, ela seja colhida na Clínica Veterinária ou no Laboratório Veterinário.
Pode ser difícil aplicar a forma correta da coleta de urina durante o manejo do animal. Contudo, improvisos, tais como coletar urina do chão, não são bem vindos, uma vez que podem interferir na qualidade dos resultados – por mais que o chão esteja limpo, existem nele sujidades que, além de contaminar a urina, podem ser confundidas com elementos do sedimento urinário.
7. Qual a maneira correta de encaminhar o material ao laboratório?
As amostras para exames devem ser enviadas ao laboratório imediatamente após a coleta, refrigeradas e acompanhadas de:
- Requisição de Exames: preenchida com letra legível, com data, nome do paciente, idade, espécie, raça, sexo, exames solicitados, carimbo e assinatura do Médico Veterinário solicitante;
- Frasco adequado para o Exame: com ou sem anticoagulante, descritos no rótulo a origem/procedência da amostra, nome do animal, data da coleta e descrição da amostra;
- Testes sorológicos: o soro deve estar congelado, límpido e sem hemólise, devendo ser remetido em tubos específicos, acondicionados em caixa de isopor, mantidos sob refrigeração até a chegada no laboratório.
Caso a distância de transporte seja longa e não seja possível dessorar a amostra, é necessário envolvê-la em pequenos sacos plásticos, evitando seu contato direto com o gelo e a perda de sua identificação (nome do animal, procedência), providenciando, no isopor, uma área onde a amostra não sofra movimentação intensa.
8. Como realizar uma Boa coleta de sangue?
- Preparo do paciente: deve-se solicitar, ao proprietário do animal, que faça, com antecedência, a restrição alimentar e/ou hídrica necessária para cada tipo de exame. A socialização e ambientação prévia do animal também são importantes para que ele esteja tranquilo e seguro no dia e momento da coleta, minimizando os efeitos do estresse.
- Boa contenção: firme e não agressiva. É imprescindível para a precisa localização da área de coleta e para a diminuição do estresse do animal. Uma vez contido, procede-se ao garrote, atentando-se ao fato de que o garroteamento prolongado favorece a agregação plaquetária e a hemólise, alterando os resultados laboratoriais.
- Bom acesso venoso: ao perfurar a veia com a agulha, deve-se puxar o êmbolo lentamente. Caso a agulha saia da veia, não se deve puxar o êmbolo, uma vez que a pressão negativa originada dessa ação favorece a hemólise. Deve-se proceder, então, a um novo acesso. Colhido o sangue para a seringa, soltar o garrote, retirar a agulha da veia e fazer uma suave pressão com um algodão ou gaze no ponto de acesso da agulha.
- Tubo coletor: após a coleta, retirar a agulha da seringa antes de transferir o sangue colhido para o tubo coletor adequado, pois a passagem pelo diâmetro estreito da agulha e a pressão do êmbolo para a saída do material favorecem a hemólise.
- Liberação segura do animal: assegurar-se que o ponto da área de coleta não esteja sangrando, limpar o pêlo do animal e liberá-lo calma e silenciosamente da contenção.
9. Quais as Alterações causadas pela Lipemia nos resultados dos exames laboratoriais?
| EXAME | ALTERAÇÕES |
| Hematologia | |
|---|---|
| Hemoglobina | Aumento |
| CHCM | Aumento |
| Proteína Plasmática | Aumento |
| Análise Sérica | |
| Enzimas | Diminuição na Lipemia Severa |
| Amilase | Diminuição na Lipemia Severa |
| Outras Análises | |
| Albumina | Diminuição |
| Proteína Total | Diminuição |
| Cálcio | Aumento |
| Glicose | Aumento |
| Fósforo | Aumento |
| Bilirrubina | Aumento |
| Potássio, Sódio, Cloro | Diminuição se o método envolver diluição |
| EXAME | ALTERAÇÕES |
| Hematologia | |
|---|---|
| Contagem de eritrócitos | Diminuição |
| Hemoglobina | Aumento em relação a contagem de eritrócitos e hematócrito |
| CHCM | Aumento |
| VCM | Diminuição |
| Proteína Plasmática | Aumento |
| Antígeno de von Willebrand | Diminuição |
| Análise Sérica | |
| AST | Aumento |
| ALT | Aumento |
| LD | Aumento |
| CK | Aumento |
| Amilase | Diminuição |
| Lipase | Aumento |
| ALP | Aumento ou Diminuição (depende do método utilizado) |
| Proteína Total | Aumento |
| Albumina | Aumento |
| Cálcio | Aumento |
| Fósforo | Aumento |
| Creatinina | Não se altera / Aumento / Diminuição |
| Potássio | Aumento (eqüino, bovino, cães da raça Akita) |
| Bilirrubina | Leve Aumento |
10. Quais as Alterações nos resultados laboratoriais causados pela Hemólise?
| EXAME | ALTERAÇÕES |
| Hemograma | |
|---|---|
| Contagem de eritrócitos | Diminuição |
| Hematócrito | Diminuição |
| Hemoglobina | Aumento |
| CHCM | Aumento |
| VCM | Diminuição |
| PPT | Aumento |
| EXAME | ALTERAÇÕES |
| Bioquímico | |
|---|---|
| AST | Aumento |
| ALT | Aumento |
| LDH | Aumento |
| CK | Aumento |
| Amilase | Diminuição |
| Lipase | Aumento |
| FA | Aumento ou Diminuição (depende do método) |
| PT | Aumento |
| Albumina | Aumento |
| Cálcio | Aumento |
| Fósforo | Aumento |
| Creatinina | Diminuição (depende do método) |
| Potássio | Aumento (equino, bovino e cães da raça Akita) |
| Bilirrubina | Leve aumento |
11. Qual a melhor maneira para a coleta de Raspado de Pele?
A técnica depende da suspeita clínica, podendo ser superficial ou profunda. Caso o Médico Veterinário ainda tenha dúvidas sobre a suspeita, há possibilidade da realização de duas lâminas com técnicas diferentes.
O paciente deve estar sem uso de medicamento tópico e/ou oral e sem banho há no mínimo sete dias.
Animais de pêlo longo deverão ser submetidos à tricotomia no local de realização do raspado, sem prejuízo da amostra a ser analisada.
A não-visualização do agente patógeno não significa sua ausência, e não deve ser suficiente para se eliminar a suspeita diagnóstica.
A tabela a seguir apresenta a suspeita e a técnica adequada para o exame.
| Suspeita clínica | Técnica para coleta de raspado cutâneo |
| Demodex canis | A parte da pele afetada deve ser comprimida vigorosamente entre os dedos para facilitar a extrusão dos ácaros do interior dos folículos. Os raspados devem ser realizados em diversos locais, sendo suficientemente profundos, até que se observe sangramento capilar. |
| Notoedres cati | Os raspados devem ser superficiais e cobrir áreas extensas, já que o ácaro cava túnel no extrato córneo da epiderme, podendo ser difícil encontrá-lo. Deve-se realizar ainda o raspado em áreas com pápulas extensas, crostas amarelas, na região axilar e borda da orelha. |
| Otodectes cynotes (forma ectópica) | Coletar material próximo às orelhas, laterais da cabeça, região dorso-lombar, base e ponta da cauda, realizando um raspado superficial, por tratar-se de um ácaro não escavador. |
| Sarcoptes scabiei | Fazer raspados profundos da pele, pegando uma prega cutânea, aplicando uma gota de óleo mineral e raspando até que apareça sangue capilar. O diagnóstico é confirmado com a presença de ácaros no raspado. Deve-se realizar ainda o raspado em áreas de prurido intenso e nos pontos de partida: pontas das orelhas, região axilar, codilhos e aspecto lateral do jarrete. |
| Dermatófitos | Colher material superficial da pele limpa, incluindo as hastes pilosas, de lesões características, as quais variam desde a forma clássica arredondada, eritrematosa com bordas elevadas, até nódulos ulcerados e granulomatosos, alopecia e foliculite. Coletar material de lesões recentes e nas bordas, nunca no centro. Para o diagnóstico definitivo, sugere-se a realização de Cultura Fúngica. |
| Fungos | Efetuar um raspado superficial ao longo dos bordos das lesões. Caso o problema de pele esteja associado a uma otite, realizar uma citologia do conduto auditivo, em conjunto com o raspado de pele. Coletar material de lesões recentes e nas bordas, nunca no centro. |
12. Quais exames solicitar em diferentes quadros clínicos?
O organismo animal pode ser acometido de inúmeras doenças, para cada qual diferentes exames podem ser solicitados. Abaixo, segue um quadro com sugestões de exames frente a algumas alterações fisiológicas.
| SUSPEITAS | EXAMES | NOME DO PERFIL |
| Avaliação hepato-renal para início de tratamentos ou como primeiros exames frente a uma doença | Hemograma + ALT + Uréia + Creatinina | Perfil emergencial |
|---|---|---|
| Paciente Senil | Hemograma + ALT + Uréia + Creatinina + Glicose + Urinálise | Perfil Geriátrico |
| Paciente suspeito de hepatopatia | ALT + FA + Bilirrubinas e frações + PT e frações | Perfil Hepático I |
| Paciente hepatopata - caso crônico ou em tratamento | Hemograma + ALT+ FA +Bilirrubinas e frações + PT e frações + GGT + Glicose | Perfil Hepático II |
| Paciente com suspeita de problema renal | Hemograma + Uréia + Creatinina | Perfil Renal I |
| Paciente com problema renal crônico ou em tratamento | Hemograma + Uréia + Creatinina + Urinálise + Sódio + Potássio + Fósforo | Perfil Renal II |
| Paciente Obeso | Hemograma + T4 + Cortisol + ALT + Uréia + Creatinina + Glicose | Perfil cão obeso |
| Paciente com derramecavitário | Hemograma + Proteínas Totais e frações + Eletroforese de Proteínas + Uréia + Creatinina + ALT + Análise de líquido cavitário + Citologia do liquido | Solicitar os exames separadamente |
| Paciente Pancreático | Hemograma + Amilase + Lipase + Creatinina + Uréia + FA | Perfil Pancreático |
| Paciente suspeito de Leishmaniose (para diagnóstico) | Elisa Leishmaniose + Citologia de Linfonodo + Imunohistoquímica | Perfil Diagnóstico Leishmaniose |
| Paciente acompanhamento Leishmaniose | Hemograma + ALT + Creatinina + uréia + PT e frações | Perfil Acompanhamento Leishmaniose |
| Paciente para avaliação de rotina | Hemograma + Fezes + ALT + Cálcio + Fósforo + Uréia + Glicose | Perfil Check-up |
| Paciente anêmico | Hemograma + Contagem de Reticulócitos + Proteínas Totais e frações + Uréia + Creatinina + ALT + Ferro + Urinálise | Solicitar os exames separadamente |
| Paciente ictérico | Hemograma + ALT + FA + Bilirrubinas + GGT + Creatinina | Solicitar os exames separadamente |







